domingo, 20 de dezembro de 2009

Sargentos gays criam ONG para amparar jovens expulsos de casa


Laci (esq.) e Fernando querem amparar jovens expulsos de casa


Depois do bafo que deu terem assumido seu relacionamento dentro do Exército Brasileiro, o casal gay formado pelo sargento Laci Marinho e pelo ex-sargento Fernando Alcântara decidiu que vai montar em Brasília uma ONG para ajudar a acolher jovens expulsos de casa, homossexuais ou não, e militares que estejam sofrendo pressão por sua orientação sexual. A ideia já foi oficializada na capital federal no último dia 1º, Dia Mundial de Luta Contra a AIDS, e a inauguração do espaço está marcada para janeiro de 2010.

Em conversa com o Mix, Fernando revelou que objetivo da entidade é acolher, mediante uma entrevista prévia, inicialmente em uma casa no Lago Sul, em Brasília, 30 jovens de todas as orientações sexuais. “Mas a regra da casa é clara: se você é hétero e não se sente bem com os gays pode sair”, define. Com o nome de Abrigo do Ser, a nova ONG vai oferecer além de abrigo três refeições diárias, acompanhamento psicológico, jurídico e assistencial e a liberdade de não ter horários de entrada ou saída para os jovens.

O acompanhamento psicológico vai ser garantido por uma parceria entre a ONG e o Movimento Manicomial do Distrito Federal, que vai oferecer também serviços médicos e odontológicos em geral. Já o jurídico vai ser feito por três advogados voluntários de Brasília. Os recursos necessários para manter os serviços serão garantidos por meio de parcerias já firmadas com uma entidade da Inglaterra e outra da Espanha, ou seja, sem dinheiro público “para não se alinhar à postura política do governo”.

Fernando lembra ainda que a ideia inicial era montar uma ONG para amparar homossexuais dentro das Forças Armadas - se espelhando em seu próprio caso. “Mas ficou bem difícil porque armário é bem grande e não deixa os militares saírem de lá”, lamenta o ex-sargento. Mesmo assim, militares que estejam sofrendo por sua orientação sexual podem procurar refúgio no Abrigo do Ser e evitar o que Fernando chama de “coisa recorrente”: o suicídio motivado por esse preconceito.

O que você faz para parecer mais atraente?

Foto: Digital VisionO que você faz para parecer mais atraente?

Você já deve ter passado por essa situação: viu fotos de um deus grego na internet, mas quando o encontrou na vida real, não era bem o que você estava esperando. E o pior é que as fotos eram autênticas, você só se enganou. Ou foi expectativa demais – o que às vezes cega ou atrapalha a percepção – ou foi porque o outro soube muito bem vender seu peixe.

Na internet, tenho um amigo que diz que a melhor estratégia é a do Frankenstein: mostrar o corpo todo, mas parte por parte. Daí, pega-se o melhor ângulo em cada foto. Mas não é só no ambiente virtual que isso acontece. No chamado mundo real, quantas vezes você não vê um homem lindo de roupa, mas quando ele tira a roupa, não é tudo aquilo que você imaginou?

O fato é que as pessoas, quase todas, gostam de se apresentar bem quando procuram um parceiro. Os truques vão desde usar um perfume gostoso e encolher a barriga, até partir para medidas radicais, como cuecas que aumentam o volume e, até mesmo, enchimentos que valorizam as partes íntimas.

A pergunta que fica é: até onde tudo isso é válido e funciona? Mas atire a primeira pedra quem nunca fez nada para passar uma imagem melhor.

E você leitor? O que faz para parecer mais bonito? De perfume a enchimentos, vale tudo?

domingo, 6 de dezembro de 2009

Nayara sentiremos sua falta.


Polícia investiga se jovem aplicou silicone industrial no corpo antes de morrer

Adolescente de 17 anos foi encontrado morto neste domingo

06/12/2009 - 21:46

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Um adolescente de 17 anos foi encontrado morto na manhã deste domingo (6) em uma república na avenida Getúlio Vargas, em São Carlos. A Polícia Civil suspeita que o jovem aplicou silicone industrial nas nádegas e tenha morrido de infecção generalizada. No corpo havia curativos. Os moradores da república encontraram o corpo e chamara o Resgate, do Corpo dos Bombeiros. O corpo foi para o Instituto Médico Legal (IML).

terça-feira, 24 de novembro de 2009

O golpe da Cinderela

O golpe da Cinderela

O famoso conselho de mãe sobre não abandonar o copo na balada e depois pegá-lo nunca fez tanto sentido!

por Graziele Marronato

Boa noite, Cinderela, ou Boa noite, Alice. Os nomes são simpáticos, mas o golpe é bem duro e, pior, relativamente simples de ser aplicado.

O cenário se repete ? uma balada ou um bar. Os personagens ? um homem simpático, papo interessante, e um outro que aceita um drinque. Basta um momento de distração para que as rape drugs, nome em inglês para substâncias que levam a vítima a ficar vulnerável ao estupro e ao roubo, sejam despejadas na bebida.

De acordo com a delegada Juliana Mota, de São Paulo, não há estatísticas sobre quantos casos são registrados por ano. No entanto, uma vez que o indivíduo seja lesado pelo golpe, ele deve fazer um boletim de ocorrência de roubo ? art. 157, §1º: o que chamam de roubo impróprio, já que o autor diminui a resistência da vítima para cometê-lo ? e expedir o IML (exame de corpo de delito para detectar alguma substância no sangue da pessoa).

Homens gays e mulheres héteros costumam ser vítimas ? e vale dizer que, devido ao constrangimento e à falta de clareza sobre o que realmente aconteceu, poucas são as pessoas que registram queixas relacionadas a esse golpe em delegacias de polícia.

Algumas informações, no entanto, são bem conhecidas. Sabe-se, por exemplo, que as drogas mais usadas no golpe são os psicotrópicos: Lorax, Lexotan, GHB (ácido gama-hidroxibutírico), ketamina (Special K) e Rohypnol (flunitrazepam).

Todas são depressoras do sistema nervoso central e são encontradas, geralmente, na forma de comprimidos ou gotas que podem ser misturados às bebidas alcoólicas sem que se note, porque são incolores ou inodoras.

Assim, mesmo que o mocinho ou a mocinha esteja com uma potencial bomba depressora na mão ? e vale lembrar que o álcool também tem efeito depressor ?, ninguém irá perceber quando tomar e provavelmente só ligará os fatos depois de ter seu nível de consciência seriamente alterado por algumas horas. Resumindo: na noite, não custa nada lembrar do conselho da mamãe sobre ficar atento a estranhos!

Contra o golpe da Cinderela Para aqueles que sempre sonharam com uma forma de se prevenir contra o Boa noite, Cinderela, a 2 Love my Lips (www.2lovemylips.co.uk), marca inglesa de cosméticos, acaba de lançar uma poderosa arma em forma de... Gloss. Ele tem um mecanismo especial, que permite definir se o drinque tem ou não droga. Basta colocar seu aplicador especial na bebida. Caso ele fique azul, significa que o drinque contém alguma substância suspeita. Os tons são bem bonitos e servem para diferentes personalidades ? Passionate Pink, Charasmatic Cherry, Sophisticated Coffee, Beautiful Pink e Posh Gloss ? e não parece nada mal pegar um emprestado com aquela amiga ou descolar numa viagem internacional, já que, infelizmente, a 2 Love my Lips não entrega no Brasil


sexta-feira, 20 de novembro de 2009

vamos nos mexer ?

Gente, pelo Amor de Deus. Essa enquete está no ar há muitos dias e nós não estamos fazendo quase nada. O placar está desfavorável à aprovação do PLC 122/06. vamos nos mobilizar, mandar esse link aos nossos amigos e pedir que eles repitam isso com todos os outros amigos, ou vamos perder. Por favor, a hora é essa, sem contar que o Magno Malta e o Crivella já estão tentando impedir a aprovação do PLC na CDH. Vamos agir, por favor. votem.

O Senado criou uma enquete para testar a opinião pública sobre o PLC 122/2006 (que criminalizada a homofobia). A enquete ficará no ar durante todo o mês de novembro. Peça para amigos e colegas votarem a favor também!
Entre na página da Agência Senado http://www.senado.gov.br/agencia/default.aspx?mob=0 Baixe a barra de rolagem um pouquinho. Do lado direito da tela você encontrará a enquete
Dê um clique a favor da cidadania LGBT

Gente é Super Legal: Diferenças que Somam. Campanha ISP Brasil para o segmento GLBT no Brasil


Agora a pressa é amiga da perfeição.


Tema da parada gay de SP 2010

Parada da urna

Durante reunião de cerca de duas horas na noite da última quarta-feira, 18, a Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo (APOGLBT) decidiu que o tema que vai nortear os eventos de 2010 será “Vote contra a homofobia: defenda a cidadania”. O objetivo é aproveitar o clima eleitoral do próximo ano para chamar a atenção do eleitor, LGBT ou não, para a necessidade da eleição de candidatos a favor da causa gay. A reunião aberta ao público foi realizada no Hotel Saint Michel, no Largo do Arouche, em São Paulo, e visou ouvir as diferentes sugestões de tema para o Mês do Orgulho LGBT de São Paulo 2010.

A escolha da frase acima veio depois que cada participante deu sua sugestão ou completou a de um terceiro. Em clima de aprovação sem dramas, foi observado que as sentenças “voto” e “cidadania” eram as mais recorrentes. Algumas ideias ventiladas depois e a Associação enfim bateu o martelo para “Vote contra a homofobia: defenda a cidadania”. “Tem que ser um tema que mexa com as pessoas, tem que reforçar a ideia de que existe homofobia, as pessoas precisam começar a falar em homofobia nas ruas”, opinou César Xavier, secretário de comunicação da APOGLBT.

Com o tema escolhido, fixa-se um norte a ser seguido. Já começam a ser idealizados e planejados os eventos que serão realizados durante todo o mês de junho de 2010 envolvendo a temática, além da identidade visual da campanha de divulgação. O objetivo é mostrar para os participantes da programação que é possível conquistar a igualdade de direitos votando certo, em candidatos que tenham compromisso com os LGBT.

“Nenhuma Parada de São Paulo falou de Eleições, mas não adianta também seguir pelo caminho de que gay tem que votar em gay”, ponderou o presidente da APOGLBT, Alexandre Peixe, o Xande. Ideias efetivas como a fabricação de listas estaduais de candidatos pró e contra a causa, além de debates envolvendo os políticos contrários e favoráveis também já foram levantadas.

A reunião era gratuita, em horário hábil (19h30), aberta ao público, pertinho do metrô, com direito a Coca-Cola e ar-condicionado e bem no fervo da parte mais gay de São Paulo. Mesmo assim, apenas um público de cerca de 15 pessoas – contando com a imprensa – compareceu à discussão. Frente a isso dá para dizer que a Associação ainda tem muito trabalho pela frente para desenvolver com a comunidade gay paulistana. Sempre com um tema a seguir.

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quarta-feira, 18 de novembro de 2009

ONU lança campanha ?

Igual a você?

contra o estigma e o preconceito no Brasil

Igualdade de direitos e um chamamento à sociedade brasileira para o tema das discriminações que homens, mulheres e crianças vivem diariamente no Brasil. Esses são os objetivos da campanha ?Igual a Você?, que será lançada nesta segunda-feira (16/11) às 10h no Palácio do Itamaraty - Rio de Janeiro, pelas Nações Unidas e sociedade civil.

Durante a cerimônia, as agências da ONU farão um panorama da realidade de cada população ? estudantes, gays, lésbicas, pessoas vivendo com HIV, população negra, profissionais do sexo, refugiados, transexuais e travestis e usuários de drogas -, e apresentarão os 10 filmes de 30 segundos que integram a campanha. Os filmes estarão disponíveis para veiculação em emissoras de televisão de todo o país a partir do dia 16 de novembro.

O ato de lançamento foi seguido de coletiva de imprensa, no Palácio do Itamaraty, com o representante do UNODC, Bo Mathiasen; o coordenador do UNAIDS, Pedro Chequer; a vice-diretora do UNIFEM Brasil e Cone Sul, Júnia Puglia; a oficial do Programa de Educação Preventiva para HIV/Aids da UNESCO no Brasil, Maria Rebeca Botero Gomes; o oficial de Informação Pública do ACNUR, Luiz Fernando Godinho, e o diretor do UNIC, Giancarlo Summa. Representantes das entidades da sociedade civil e as lideranças que gravaram as mensagens também estarão no evento para atendimento à imprensa.

?Igual a Você? ? uma campanha contra o estigma e o preconceito dá voz e visibilidade aos direitos humanos das populações alvo da campanha. Os filmes, produzidos pela agência [X]Brasil ? Comunicação em Causas Públicas e gravados em estúdio com trilha sonora original de Felipe Radicetti, apresentam mensagens de lideranças de cada um dos grupos discriminados, levando em consideração às diversidades de idade, raça, cor e etnia.

Assinatura da campanha:

Nações Unidas - UNAIDS (Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids), ACNUR (Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados), UNIFEM Brasil e Cone Sul (Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher), UNESCO no Brasil (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) e UNODC (Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime), com apoio do UNIC Rio (Centro de Informação das Nações Unidas no Brasil)

Sociedade Civil: ABGLT (Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais), AMNB (Associação Brasileira de Mulheres Negras Brasileiras), ANTRA (Articulação Nacional de Travestis, Transexuais e Transgêneros), Movimento Brasileiro de Pessoas Vivendo com HIV/Aids e Rede Brasileira de Prostitutas.

Lançamento: ?Igual a Você? ? uma campanha contra o estigma e o preconceito, seguido de coletiva de imprensacom o representante do UNODC, Bo Mathiasen; o coordenador do UNAIDS, Pedro Chequer; a vice-diretora do UNIFEM Brasil e Cone Sul, Júnia Puglia; a oficial do Programa de Educação Preventiva para HIV/Aids da UNESCO no Brasil, Maria Rebeca Botero Gomes; o oficial de Informação Pública do ACNUR, Luiz Fernando Godinho, e o diretor do UNIC, Giancarlo Summa.

Data: 16 de novembro de 2009

Horário: 10h

Local: Palácio do Itamaraty (Rua Marechal Floriano 196 ? Centro) ? Rio de Janeiro/RJ

Informações à Imprensa

ACNUR

Carolina Montenegro

(61) 3044.5720 / 9302.4552

UNAIDS

Naiara Garcia e Jacqueline Cortes

(61) 3038.9220 / 9224

UNESCO no Brasil

Nelson Souza Aguiar

(61) 2106.3539 / 8145.7747

UNIC RIO

Valéria Schilling
(21) 2253.2211 / 8202.0171

UNIFEM Brasil e Cone Sul

Isabel Clavelin

(61) 3038.9287 / 8175.6315

UNODC

Marcos Ricardo dos Santos

(61) 3204.7206 / 9149.0973

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