sábado, 3 de dezembro de 2011
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
Google vai pagar para os funcionários mudança de sexo transexual
Em busca da igualdade, megabuscador anunciou que irá cobrir o tratamento e cirurgias através de seguro de saúde já oferece aos seus funcionários. Há um ano, elevou o salário aos trabalhadores gay
Google quer todos os seus funcionários são iguais , independentemente da sua orientação sexual, e pagar os custos das operações de mudança de sexo do que os submetidos.
De acordo com funcionários da empresa explicou à revista The Advocate , a empresa cobrirá os procedimentos eo tratamento exigido pela regulamentação da Associação Mundial para a Saúde Transexuais (wpath), incluindo a cirurgia de reconstrução do trato genital que o médico considerar necessário.
O porta-voz da multinacional, Jordan Newman, disse que o dinheiro para financiar operações serão obtidos a partir de que já oferecem o seguro de saúde aos seus empregados, que vêm para cobrir entre 26.200 e 56 000 euros.
Não é a primeira vez que o motor de busca defende os direitos das minorias. Um ano atrás, a empresa aumentou o salário para compensá-los por casais homossexuais a um imposto adicional na cobertura que casamentos heterossexuais não são cobrados nos Estados Unidos.
Google tem uma organização interna de gays e lésbicas ", Gayglers", compreendendo cerca de 700 membros.
A nova notícia confirma-se que uma semana após o Google eo flamboyant cantora Lady Gaga prêmio foram agraciados com o Projeto Trevor para apoiar os direitos dos gays, lésbicas e transexuais.
terça-feira, 29 de novembro de 2011
Igreja anglicana abençoa oratório de padroeiros de LGBTs em MS
Missa foi celebrada neste domingo (9), em igreja de Campo Grande.
Reverendo diz que direito de rezar não pode ser discriminado.
Reverendo Carlos Calvani, na missa destedomingo (Foto: Aliny Mary Dias)
O líder da igreja, o reverendo Carlos Eduardo Calvani, disse antes da missa, que toda a diversidade será bem vinda ao templo. “A igreja precisa difundir o direito de rezar sem ser discriminado. Não somos só uma igreja de gays, mas uma família. Não julgamos ninguém e acolhemos a todos”.
O oratório é um pequeno quadro que foi feito por um artista plástico do Rio de Janeiro e encomendado por uma pessoa dos Estados Unidos. Quando os norte-americanos souberam do trabalho de inclusão de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais, realizado em Campo Grande, eles resolveram doar o oratório.
Alex Lima, de 25 anos, e Renato da Silva, de 30 anos, frequentam a igreja e contam que a casa própria e a adoção da filha de quatro meses foram algumas das graças alcançadas pelo casal. “Para nós é uma conquista, pois mostra que, desde antigamente, os homossexuais eram respeitados”, disse Silva.
Alex e Renato dizem que oratório é uma conquista(Foto: Aliny Mary Dias)
Para o funcionário público Anísio de Almeida, a capela é um exemplo da convivência com respeito entre todos os tipos de diferenças. “Cada um tem o direito de amar quem quiser. Deus amou a todos, então temos que amar sempre, sem nenhum tipo de discriminação”.
Os santos
Segundo a Igreja Episcopal Anglicana do Brasil, Sérgio e Baco eram militares e formavam um casal quando se converteram ao cristianismo no século III. Permaneceram vivendo em união estável até serem denunciados e perseguidos pelo imperador Maximiano, que mandou torturá-los e condená-los à morte.
LGBTs vítimas de agressão não denunciam, diz pesquisa
A Prefeitura do Rio de Janeiro, por intermédio da Coordenadoria Especial da Diversidade Sexual (CEDS), apresentou hoje uma pesquisa realizada durante a 16ª Parada do Orgulho LGBT na cidade, no dia 9 de outubro deste ano. O trabalho foi realizado pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM). Foram entrevistadas 569 pessoas, entre cariocas e turistas.
A pesquisa constatou que cerca de metade dos entrevistados participaram do evento por motivação humanitária, independentemente de sua orientação sexual. Ao todo, 43% se declararam lésbicas, gays, travestis e transexuais, seguido por 34% de heterossexuais e 21% de bissexuais.
O dado mais preocupante, segundo a prefeitura, é que 66% dos cidadãos que sofreram algum tipo de violência por conta de sua orientação sexual não fez qualquer tipo de denúncia. Ao todo, 73% dos entrevistados alegaram já ter sofrido algum tipo de preconceito, seja racial, religioso ou social.
"A partir de agora, os números levantados na pesquisa vão fundamentar as nossas ações, transformando a percepção em políticas públicas", afirmou o coordenador especial da Diversidade Sexual, Carlos Tufvesson. Segundo ele, a falta de informação faz com que as pessoas infrinjam as leis e que as vítimas não busquem seus direitos.
