quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Igreja que prega cura de LGBTs na TV deve ser punida, diz Jean Wyllys

Jean Wyllys (Foto: Reprodução)Jean Wyllys (Foto: Reprodução)
Um fato raro está em curso na Câmara dos Deputados. Um dos 513 integrantes da Casa apresenta-se como "homossexual assumido", diz não ter "homofobia internalizada" e defende de forma direta os direitos LGBT.

Trata-se do baiano Jean Wyllys de Matos Santos, 37, eleito deputado federal em 2010 pelo PSOL do Rio de Janeiro.

Não há estatística histórica disponível, mas o ex-secretário-geral da Câmara Mozart Vianna, um dos mais experientes funcionários públicos do Legislativo, não se recorda de um congressista homossexual que trabalhasse de maneira aberta como Willys, filiado ao PSOL desde 2009.

Em entrevista ao programa "Poder e política - Entrevista”, Wyllys falou sobre sua decepção com a suavização do projeto que trata da criminalização da homofobia.

"Sabe o que é inaceitável? São as igrejas, por exemplo, financiarem programas de recuperação e de cura de homossexualidade. E o pastor promover esse tipo de serviço nos seus cultos. Homossexualidade não é doença."

Para ele, a lei deveria estabelecer uma sanção contra padres e pastores que pregam a "cura" de LGBTs na TV.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

BBB 12: João Carvalho tem 46 anos e é bissexual

Mineiro é figura influente no circuito de moda de Belo Horizonte

João Carvalho tem uma loja e é uma figura querida e muito conhecida no circuito de moda e da noite de Belo Horizonte (Foto: Reprodução/Face6book)João Carvalho tem uma loja e é uma figura querida e muito conhecida no circuito de moda e da noite de Belo Horizonte (Foto: Reprodução/Face6book)
João Carvalho é mais um dos 12 participantes da edição de 2012 do "BBB", divulgada nesta quarta-feira (04).

Ele é um representante comercial e bacharel em direito, mineiro que vive em Belo Horizonte. Dono da loja de roupas multimarcars Hot Stuff, que abriu em novembro, João se apresenta como bissexual em seu perfil do Facebook e é solteiro. É uma das figuras mais conhecidas e queridas da cena noturna e da moda de Belo Horizonte.


quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Homofóbico, eu?

Além de Caio Castro, outras personalidades soltaramfrases preconceituosas. Saiba quais foram:
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Neto Lucon (Yahoo!)
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Graças a Deus nós temos lembrança
Isabeli Fontana: “Eu amo gays de paixão, mas meu filho, não”
Durante o programa “Hebe”, exibido ainda no SBT, em 2008, a modelo Isabeli Fontana declarou que “ama de paixão” homossexuais, mas que odiaria ter um filho gay. “A gente não tem que ter preconceito, mas filho meu eu não gostaria que fosse (gay). É um mínimo preconceito. Eu adoro, tenho vários amigos gays, amo de paixão, mas filho meu, não”. O ator Lugui Palhares, que estava acompanhado da mulher, defendeu: “Mas se ele fosse gay você teria que amá-lo do mesmo jeito e compreendê-lo.” “É difícil”, retrucou.
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Ganso: “Graças a Deus não tem gay nos Santos”
O jogador do Santos se meteu em uma tremenda saia justa ao dizer que “graças a Deus” não havia homosssexuais em seu time. A declaração, que promove aversão à companhia de atletas homossexuais, causou polêmica e Ganso teve que se explicar. “Sinceramente, não recordo ter usado a expressão ‘graças a Deus’. A todos que se sentiram feridos com minha declaração, peço desculpas novamente, foi fruto de uma falha de comunicação”.
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Miro Moreira: “Gosto é de mulher, graças a Deus”
O modelo que participou do reality show “A Fazenda” (Rede Record) também voltou-se aos céus quando foi perguntado se era homossexual em entrevista ao portal “R7”. Na ocasião, Miro foi questionado se mantinha um caso amoroso com o ator Reynaldo Gianecchini. “Não sou amigo íntimo dele, não tenho telefone dele. Não sou gay e nunca tive nenhum caso com o Gianecchini. Meu negócio é outro. Gosto é de mulher, graças a Deus”.
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Claudia Leite e marido: “Deus me livre (ter filho gay)! O nosso será bem criado”
A cantora Claudia Leitte, que é cultuada por muitos homossexuais, deu uma declaração comprometedora ao “TVFama” (RedeTv), em 2008. Ela declarou que “adorava gays”, mas que preferia que seu filho fosse “macho”. O marido da cantora finalizou a declaração com chave de ouro: “Deus me livre! Ele (nosso filho) será bem criado!”. Claudia tentou se retratar e disse que, caso seu filho fosse gay, ela o aceitaria.
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Caio, Myrian, Minotauro e Agnaldo: deslizes
Caio Castro: “Antes pegador que veado, né?”
Galã da novela “Fina Estampa” (Rede Globo), o ator Caio Castro causou polêmica ao dizer que preferia ter a fama de pegador (de mulheres) que a fama de veado, referindo-se aos gays. “Se você não tem fama de pegador e é solteiro, fica com fama de veado. Então, antes pegador que veado, né?”. Caio disse posteriormente que a frase não foi colocada exatamente como ele falou. “Preconceito é um atraso”, ressaltou.
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Myrian Rios: “Preciso ter direito de não querer homossexual como meu empregado”
A ex-atriz Myrian Rios, que hoje é deputada estadual do PDT-RJ, promoveu um show de preconceito e desinformação (confundiu homossexualidade com pedofilia) em um de seus discursos. Dizendo-se ser livre de preconceitos, ela declarou: “O direito que a babá tem de querer ser lésbica, é o mesmo que eu tenho de não querer ela na minha casa. Vou ter que manter a babá em casa e sabe Deus até se ela não vai cometer pedofilia contra elas. E eu não vou poder fazer nada”, disse. Myrian se desculpou posteriormente.
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Minotauro: “Eu não treinaria um aluno gay”
O lutador Minotauro afirmou, em entrevista à revista Trip, que não pretende treinar nenhum aluno gay. De acordo com ele, o receio é de que o aluno aproveite do contato com seu corpo. “Eu não treinaria com gay. Eu não tenho maldade, não acho aquele contato físico sexual. Mas vai que ele tem essa maldade de ter um contato físico comigo, de ficar ali agarrando...”, declarou. O lutador disse, todavia, que não vê problema de um aluno gay frequentar sua academia. “Mas preferiria não treinar com ele”, continuou.
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Agnaldo Timóteo: “Ver dois homens de mãos dadas é uma agressão”
Durante debate no programa “Supepop” (RedeTv!), o cantor Agnaldo Timóteo demonstrou ser contra que homossexuais demonstrem afeto em público. “Ver dois homens de mãos dadas ou se beijando na rua é uma agressão. Tem que fazer as coisas só entre quatro paredes”, defendeu. No mesmo dia, o jornalista Felipe Campos disse, “sem querer”, que Agnaldo era homossexual assumido.

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

gays descrimina outros gays

Gay outros
Há um processo social, como Erving Goffman , que consiste no fato de que as pessoas são estigmatizadas por uma característica particular (sexualidade, por exemplo) e procurar por estigmatizar o grau em que "eles observam" a anomalia que causa o estigma.
Seguindo esta idéia, na comunidade GLBT mais discriminados são realmente aqueles que parecem mais "óbvio" , maneirismos ou seja, ou o que é o mesmo,pena muito gay , como também aqueles que não têm uma boa posição econômica, forma roupas, física , idade, cor da pele, nacionalidade, língua, entre outros casos.
Um exemplo é o "ursos" que formaram uma subghetto entre si, e apesar de todos os que estão magras têm o direito de defender os nossos gostos pessoais, por vezes, difícil de expressar o que nós gostamos de uma forma que não há agressividade para com aqueles que não são magras.
discriminatros gays

O pensamento é inevitável: estamos um coletivo que luta contra a discriminação na hora, mas em casa, dentro desta mesma comunidade, que rotineiramente discriminar entre nós.

Enquanto a discriminação de acordo com a RAE é dar um tratamento inferior a um indivíduo ou comunidade sobre bases raciais, religiosos, políticos, etc, nesta definição, vemos que não viu o ajuste para incluir tipo sexual, mas a autorizar-nos assim para incluir o que queremos. Afinal, para discriminar leva apenas ganhar o, embora não tenhamos razão.

E você

Você já se sentiu discriminado por algum detalhe na sua pessoa?


terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Casamento igualitário faz bem para a saúde, mostra estudo Cai o número de LGBTs atendidos em clínica de Massachusetts, nos EUA

Casamento entre pessoas do mesmo sexo faz bem
para a saúde, mostra pesquisa (Foto: Laura Marques)
Um estudo publicado no American Journal of Public Health mostra que, nos estados onde o casamento igualitário é legalizado, gays vão menos ao médico e os gastos com saúde caem consideravelmente, afirma reportagem publicada no site "New York Daily News".

"Nossos resultados sugerem que remover essas barreiras melhora a saúde dos homossexuais" disse Mark Hatzenbuehler, da Escola de Saúde Pública de Columbia University. "Essa descoberta sugere que a igualdade no casamento pode produzir grandes benefícios para a saúde pública por reduzir a ocorrência de problemas relacionados ao estresse".

A pesquisa durou 12 meses, começando em 2003, quando Massachusetts se tornou o primeiro estado a legalizar a prática. Ela incluiu mais de 1200 pacientes de uma clínica de saúde que oferece serviços a gays, assim como outros grupos de minoria sexual.

As visitas ao médico diminuíram 13% durante o período, quando comparadas ao ano anterior, constatou o estudo. Isso levou a uma queda de 14% nos custos de assistência à saúde.

O estudo constatou que os benefícios para a saúde não eram limitados a homens gays com parceiros, mas também aos solteiros. Lésbicas não foram incluídas no estudo porque muito poucas visitavam a clínica.

Uma pesquisa anterior mostrou que o estresse causado pela proibição do casamento entre pessoas do mesmo sexo tem um impacto negativo na saúde de LGBTs. Seis estados americanos já legalizaram o casamento igualitário, incluindo Nova York. No Brasil, não há uma lei específica sobre a união entre pessoas do mesmo sexo.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Jean Wyllys reage à ofensiva evangélica contra gay
Para frear contestação de benefício no IR para casais homossexuais, deputado ameaça questionar falta de prestação de contas por parte das igrejas


Primeiro gay a se eleger deputado federal defendendo a bandeira dos homossexuais, Jean Wyllys (Psol-RJ) anuncia uma contra-ofensiva à iniciativa de parlamentares evangélicos de tentar derrubar a principal novidade da declaração do Imposto de Renda deste ano: a inclusão de parceiros homossexuais como dependentes para fins de dedução fiscal. O deputado disse que vai discutir esta semana com outras lideranças da Frente Parlamentar Mista pela Cidadania GLBT (Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgênero), ainda em reestruturação, uma maneira de barrar o movimento articulado pelo deputado Ronaldo Fonseca (PR-DF), que considera o benefício ilegal.

Jean Wyllys afirmou ao Congresso em Foco que pretende utilizar o mesmo argumento “legalista” do colega, que é pastor da Assembléia de Deus, para cobrar que as igrejas, que têm imunidade fiscal, passem a prestar contas à sociedade. “Posso recorrer também à legalidade para exigir do ministro da Fazenda que ele explique por que as igrejas não prestam contas à sociedade. Se os partidos políticos prestam, por que igrejas não?”, questionou.

Pastor da Assembléia de Deus, Ronaldo Fonseca tem em mãos desde a quinta-feira passada um parecer técnico elaborado na Câmara que contesta a concessão dos benefícios aos homossexuais, conforme revelou o Congresso em Foco. O deputado do DF estuda recorrer à Justiça e apresentar um projeto de decreto legislativo para sustar os efeitos da portaria da Fazenda que garantiu o benefício aos homossexuais. Ele também cogita chamar à Câmara o ministro Guido Mantega para dar explicações sobre sua portaria.

Apoiado no parecer, o deputado alega que a medida é inconstitucional, viola o artigo 226 da Constituição e precisaria do aval do Congresso para entrar em vigor. Ronaldo busca apoio da Frente Parlamentar Evangélica, que deve se decidir sobre o assunto nos próximos dias. “Na canetada, eu não vou [aceitar], não. Tem de ter o debate”, disse Ronaldo Fonseca na quinta-feira.

“Motivação homofóbica”
“Ele disse que na canetada, não. Eu digo que no grito da falsa legalidade, nós também não vamos aceitar”, respondeu Jean Wyllys. Para o parlamentar, a ofensiva evangélica sobre o assunto tem motivação homofóbica. “A máscara do discurso deles é da legalidade, mas isso tem uma motivação homofóbica disfarçada”, acusou.

O deputado fluminense ressalta que a portaria que beneficia os homossexuais está amparada em parecer da Procuradoria-Geral da Fazenda, que está ancorado, por sua vez, no artigo 87 da Constituição, que define os poderes de Estado, e também no artigo 5, que diz que “todos são iguais perante a lei” no Brasil. Para ele, a portaria da Fazenda é legal. “O direito é extensivo aos homossexuais. Em nenhum momento, a lei diz que companheiro ou companheira tem de ser heterossexual. Pode ser tanto homossexual ou heterossexual”, afirmou o deputado.

Jean Wyllys diz que vai tratar do assunto na terça-feira em reunião com a deputada Manuela D’Ávila (PCdoB-RS) e na quarta, com a senadora Marta Suplicy (PT-SP), responsáveis pela reativação da frente parlamentar que defende os direitos dos homossexuais. O deputado também rebate o argumento utilizado por Ronaldo Fonseca, sustentado no parecer da Câmara, de que o governo está abrindo precedente a outras categorias ao atender às reivindicações dos homossexuais.

Impacto
Ele conta ainda que pediu um estudo à sua assessoria técnica para levantar de quanto será a renúncia fiscal com a dedução do Imposto de Renda por parceiros do mesmo sexo. “O impacto será muito pequeno. A Receita só vai aceitar a inclusão como dependente de casais reconhecidos pela Justiça, que ainda são muito poucos no Brasil”, afirmou.

O deputado diz que não pretende tratar a bancada evangélica como “inimiga”, mas cobra respeito dos parlamentares religiosos à causa dos direitos humanos e civis e à tolerância de credo. “A liberdade religiosa deles, em geral, só vale para um lado, não pensam em termos de pluralidade. Eles vêm sempre agindo nisso. Com minha presença e por estar trabalhando na frente parlamentar, isso acirra mais os ânimos. Não sou inimigo, nosso espaço é do diálogo. Se eles tiverem projeto de interesse coletivo, vou defender. Mas eles têm de se abrir ao diálogo, e não ficarem presos a dogmas”, declarou.

A nota da Consultoria da Câmara ressalta que o artigo 226 diz que apenas “é reconhecida a união estável entre o homem e a mulher”. Afirma ainda que a Lei de Responsabilidade Fiscal obriga toda concessão de benefícios fiscais, como a dedução de imposto para os gays, lésbicas e transexuais vir acompanhada de impacto orçamentário e fonte de compensação da receita a ser perdida. De acordo com o estudo, isso não aconteceu.

Nota técnica
A nota alega ainda que a concessão desse benefício aos homossexuais abrirá brecha para outros segmentos da sociedade exigirem novas isenções de imposto. O texto cita como exemplo os irmãos solteiros que moram juntos; os filhos solteiros que permanecem morando com os pais, às vezes adotando filhos; e as pessoas celibatárias que vivem juntas fraternalmente.

A consultoria da Câmara entende que o governo federal foi descuidado ao tentar encaixar os gays nas hipóteses de dedução de imposto. Em nota enviada ao site, a Procuradoria da Fazenda diz ter “plena convicção da constitucionalidade e legalidade de seu parecer”, que embasou a decisão do ministro Guido Mantega.

sábado, 17 de dezembro de 2011

Militantes gays criticam política do governo em conferência LGBT

Na abertura da 2ª Conferência Nacional de Políticas Públicas e Direitos Humanos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais – LGBT, nesta quinta-feira (14), em Brasília, militantes vaiaram e fizeram coro contra a presidente Dilma Rousseff, que foi representada no encontro pelos ministros Gilberto Carvalho, da Secretaria da Presidência da República, Maria do Rosário, da Secretaria de Direitos Humanos e Luiza Bairros, da Igualdade Racial.

Logo após a apresentação das autoridades, militantes começaram dizendo "Dilma, que papelão, não se governa com religião". Em diversos momentos, os participantes chamaram pelo nome do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. No ano passado, Lula participou da abertura da 1ª Conferência Nacional LGBT.

Militantes empunharam cartazes pedindo aprovação de projeto de lei que criminaliza violência contra homossexuais (Foto: Marcello Casal Jr./ABr)
Diante da situação, a ministra Maria do Rosário fez uma defesa curta da presidente durante seu discurso. "Não seria justo que a Secretaria de Direitos Humanos recebesse a compreensão de vocês e vocês não compreendessem que a Secretaria dos Direitos Humanos está aqui sob orientação da presidenta Dilma para lutar pelo reconhecimento dos direitos humanos", disse.
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Muitos dos militantes que vaiaram a presidente usavam broches ou outros acessórios de identificação do PT. De acordo com o militante petista Paulo Mariante a mensagem foi um protesto contra a demora em colocar o kit anti-homofobia nas escolas e o PLC 122, que criminaliza a homofobia, em votação no Congresso.

"O gesto equivocado não foi só a suspensão do projeto didático. Ela [presidente] foi às câmeras dizer em entrevistas coisas que reforçaram o preconceito, dizer que o conteúdo do kit era inaceitável. Ela prestou um desserviço à população", disse. "Ninguém aqui, como militante do PT, vai deixar de criticar o governo", completou.

O deputado federal Jean Willys (PSOL – RJ), disse que "o movimento é suprapartidário, está acima de governos por um interesse comum". Neste ano, a Conferência LGBT tem o tema "por um país livre da pobreza e da discriminação". O evento segue até o domingo, com palestras e oficinas.